quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

ALGUMAS OBRAS DO FAMOSO CASAL DE PINTORES AMÉRICO E EVA MAKK, OS PINTORES DA MATRIZ DE JAHÚ


Alguns quadros dos famosos pintores Américo e Eva Makk, que entre 1961 e 1962 pintaram os tão famosos e lindos murais na Matriz Nossa Senhora do Patrocínio de Jahú.

Strawber - Américo Makk

Garden Serenity - Eva Makk

Imperial Jade - Eva Makk

For a lifetime - Eva Makk

Regal - Américo Makk

Azaleas - Eva Makk


Golden boulevard - Américo Makk Baccarat - Eva Makk

Blue Morn - Américo Makk


Um pouco da História do casal Makk





Américo Makk


Estudou arte na Academia Nacional Hungara em Budapeste e conquistou a bolsa de estudo para Roma onde venceu o premio de retratos do Vaticano. Ele e sua esposa Eva foram ambos apontados, indicados como catedraticos na Academia de Belas Artes em São Paulo, Brasil. La tornaram-se artistas oficiais do governo brasileiro.


Em 1962 chegaram a Nova Iorque para escapar da instabilidade política do Brasil. Américo começou então sua "fase ocidental", enviando ao museu de Los Angeles o esboço de seu rancho na california, um assunto que ele também se dedicou no Texas.


Em 1967 ele se mudou para Honolulu, Havai, onde usou livros e museus para pesquisa inicial e então visitou reservas indígenas e cidades do oeste para observação de primeira mão. Ele também fez retratos incluindo os do presidente Jimmy Carter e Ronald Reagan.


Eva Makk

Uma impressionante pintora. Eva Makk nasceu na Etiopia. Seu pai era um diplomata e sua mae uma baronesa hungara. Ela começou pintar aos 4 anos.


Estudou arte em Paris e se graduou "summa cum laude" na Academia de Belas Artes de Roma onde ela conheceu Américo. Junto com seu marido ela pintou enormes murais enquanto esteve no Brasil e gastou cerca de 13 meses na floresta amazonica numa expediçao de pintura.


A. B. Makk

Filho de Américo e Eva, nasceu em 1951 enquanto eles estavam morando no Brasil. Expondo aos cinco anos de idade, A. B. era chamado de o "pequeno Picasso" por seu entao estilo cubista. Embora nunca pressionado por seus pais a se tornar um artista, A. B. começou expondo com eles em 1975 e continuou excursionando pelo país mostrando as obras da família.



Fonte do texto : Renaissance Gallery of Fine Art


http://www.ren-art.com/default.htm


Agradecimentos especiais a Aline Romagnioli pela colaboração.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

FOTOS DO CEMITÉRIO DE JAHÚ - PARTE ANTIGA

Silêncios...

"Há um silêncio de antes de abrir-se um telegrama urgente
Há um silêncio de um primeiro olhar de desejo
Há um silêncio trêmulo de teias ao apanhar uma mosca
...e o silêncio de uma lápide que ninguém lê.

- Mário Quintana-



















segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Nossa Senhora do Patrocínio do Jahú



Detalhe da pintura "Anunciação" do Casal Makk feita em 1966.
Matriz N.S do Patrocínio de Jahú

domingo, 30 de dezembro de 2007


EXALTAÇÃO A JAHÚ
ou
JAHÚ EM POEMAS


Julio Cesar Polli
Jaú, março de 2007.



Jahú, a capital do calçado feminino e terra de João Ribeiro de Barros, pioneiro na travessia do Atlântico-Sul em 1927, fundada em 15 de agosto de 1853. Oriundos de Porto Feliz, Capivari, Itu e Sul de Minas, os primeiros povoadores aqui chegaram por volta de 1840. Em uma reunião na fazenda Lúcio de Arruda Leme em 1853, onde compareceram Bento Manoel de Moraes Navarro, Capitão José Ribeiro de Camargo, Tenente Manoel Joaquim Lopes e Francisco Gomes Botão, ficou decidida a fundação do povoado, sob a invocação de Nossa Senhora do Patrocínio.

(Prefeitura Municipal de Jahú, Hino a Jahú – 1985).



O CAFEEIRO

Eis pautando o horizonte, em cerradas fileiras
As ondas de café, perdendo-se de vista,
Derramam-se caudais... são as velhas “bandeiras”
Invadindo o sertão e pregando a conquista!

O oceano de ouro-verde assalta cordilheiras,
Colinas e espigões, na arrancada imprevista.
E a terra roxa esculpe, em rampas ribanceiras,
No escrínio de esmeralda, o brazão do paulista!

Sob a eclosão da flor, transmuda-se o eldorado;
Há virgens comungando e bênçãos de noivado...
- e a estada de Damasco evoca mentalmente...

Mas, quando se abre em fruto – o’Santa Eucaristia! –
São Paulo, em penitencia, assiste, a’ luz do dia,
A “conversão” do suor escravo em sangue ardente!

(CYRO COSTA – em: Vultos e Fatos da História de Jahú, 1955. Edição conjunta do Correio da Noroeste, Correio da Capital e Correio de Garça).

sábado, 29 de dezembro de 2007



Detalhe do órgão alemão
Frente da Matriz N.S do Patrocínio do Jahú. As figuras retratadas na grande rosásea não são vistas por dentro da Matriz. Sua visão é impedida pelo grande orgão alemão, doação póstuma de Major Prado, desde 1915.
Jardim de Baixo