Foto do túmulo de Leonor de Almeida Prado, falecida em 13 de agosto de 1895 , mãe de Thereza de Assis Bueno.
domingo, 3 de maio de 2009
O testamento de Thereza de Assis Bueno
domingo, 5 de abril de 2009
Corredor Histórico Cultural - Passeio criado pelo CEDOC (Centro de Documentação da Fundação Educacional "Dr. Raul Bauab" de Jaú)
No último domingo acompanhamos um desses passeios guiados pela professora Patrícia Alonso.
Saída do grupo na Fundação - importância de preservar e valorizar o patrimônio arquitetônico de Jaú.
Para mais informações entrar em contato com a Fundação Educacional "Dr. Raul Bauab" de Jaú.
Rua Tenente Navarro, 642 - CEP 17207-310 - Jaú / SP - Brasil
Fone (14) 2104-3335 - Fax 2104-3301
e-mail: cedoc@fjaunet.com.br
domingo, 29 de março de 2009
O que é Patrimônio Cultural?
Patrimônio Cultural é a terminologia substitutiva à de “patrimônio histórico e artístico”, sendo constituído de unidades designadas “bens culturais”. Por sua vez, podemos definir “bem cultural” como sendo toda produção humana, de ordem emocional, intelectual e material, independente de sua origem, época ou aspecto formal, bem como a natureza, que propiciem o conhecimento e a consciência do homem sobre si mesmo e sobre o mundo que o rodeia.
A preservação do patrimônio cultural é vista, hoje, prioritariamente, como uma questão de cidadania e, como tal, interessa a todos por se constituir em direito fundamental do cidadão e esteio para a construção da identidade cultural.
No contexto da cidadania cultural se inscreve o direito a memória histórica.
O direito à memória como direito de cidadania indica que todos devem ter acesso aos bens materiais e imateriais que representam o seu passado, a sua tradição, enfim, a sua história.
A falta desta identidade cultural é fato constatado em Jaú. Uma das causas é a omissão em ensinar aos jauenses suas histórias. Assim a maioria da população desconhece quase que por completo fatos históricos da cidade, não se localizam no tempo e não compreendem o motivo de se preservar casas, casarões e fazendas. Isso explica, em grande parte, as constantes depredações e violações ao patrimônio cultural por parte da própria população. Ela não se vê nos ícones, símbolos e monumentos que foram preservados por uma ação estatal, não se identifica com um passado remoto e com uma memória que não lhe diz respeito.
Acreditamos então que a identidade cultural de um país, estado, cidade ou comunidade se faz com memória individual e coletiva. Somente a partir do momento em que a sociedade resolve preservar e divulgar os seus bens culturais é que se inicia o processo de construção de seu ethos cultural e de sua cidadania.
Nessa perspectiva, o patrimônio cultural se reveste de grande importância para o país por lidar com o substrato da memória que, por sua vez, constitui elemento essencial para a construção da cidadania cultural.
A memória é importante na construção da identidade e da cidadania cultural porque ela faz com que os habitantes percebam, na fisionomia da cidade, sua própria História de vida, suas experiências sociais e lutas cotidianas. A memória é, pois, imprescindível na medida em que esclarece sobre o vínculo entre a sucessão de gerações e o tempo histórico que as acompanha.
Sem isso, a população urbana não tem condições de compreender a história de sua cidade, como seu espaço urbano foi produzido pelos homens através dos tempos, nem a origem do processo que a caracterizou. Sem a memória não se pode situar na própria cidade, pois perde-se o elo afetivo que propicia a relação habitante-cidade, impossibilitando ao morador de se reconhecer enquanto cidadão de direitos e deveres e também como agente da história.
Foto: escultura de anjo em mármore carrara, Cemitério Municipal de Jaú, 2009
domingo, 22 de março de 2009
Igreja de Santo Antônio no Banharão Novo em Jaú
Milagrosamente estas ruínas sobrevivem graças ao empenho do senhor Vendramini, neto do doador das terras para a construção da Igreja. Fotos de Julio Cesar Polli em 22 de março de 2009.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Reportagem do Comércio do Jahu em 24/02/2009
Ricardo Recchia
24/02/2009

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
ALGUMAS OBRAS DO FAMOSO CASAL DE PINTORES AMÉRICO E EVA MAKK, OS PINTORES DA MATRIZ DE JAHÚ

Strawber - Américo Makk
Imperial Jade - Eva Makk
Regal - Américo Makk
Golden boulevard - Américo Makk
Baccarat - Eva Makk
Um pouco da História do casal Makk
Américo Makk
Estudou arte na Academia Nacional Hungara em Budapeste e conquistou a bolsa de estudo para Roma onde venceu o premio de retratos do Vaticano. Ele e sua esposa Eva foram ambos apontados, indicados como catedraticos na Academia de Belas Artes em São Paulo, Brasil. La tornaram-se artistas oficiais do governo brasileiro.
Em 1962 chegaram a Nova Iorque para escapar da instabilidade política do Brasil. Américo começou então sua "fase ocidental", enviando ao museu de Los Angeles o esboço de seu rancho na california, um assunto que ele também se dedicou no Texas.
Em 1967 ele se mudou para Honolulu, Havai, onde usou livros e museus para pesquisa inicial e então visitou reservas indígenas e cidades do oeste para observação de primeira mão. Ele também fez retratos incluindo os do presidente Jimmy Carter e Ronald Reagan.
Eva Makk
Uma impressionante pintora. Eva Makk nasceu na Etiopia. Seu pai era um diplomata e sua mae uma baronesa hungara. Ela começou pintar aos 4 anos.
Estudou arte em Paris e se graduou "summa cum laude" na Academia de Belas Artes de Roma onde ela conheceu Américo. Junto com seu marido ela pintou enormes murais enquanto esteve no Brasil e gastou cerca de 13 meses na floresta amazonica numa expediçao de pintura.
A. B. Makk
Filho de Américo e Eva, nasceu em 1951 enquanto eles estavam morando no Brasil. Expondo aos cinco anos de idade, A. B. era chamado de o "pequeno Picasso" por seu entao estilo cubista. Embora nunca pressionado por seus pais a se tornar um artista, A. B. começou expondo com eles em 1975 e continuou excursionando pelo país mostrando as obras da família.
Fonte do texto : Renaissance Gallery of Fine Art
http://www.ren-art.com/default.htm
Agradecimentos especiais a Aline Romagnioli pela colaboração.






















